Quem não gosta de carinho?


Você já observou como o ser humano se relaciona com os outros através de trocas de afeto, palavras, gestos e toque…

Todo mundo , ou pelo menos a maioria das pessoas, gosta de carinho, é evidente que em qualquer idade e fase a vida o carinho parece essencial e indispensável.

O afeto nos primeiros meses de vida, na chamada primeira infância tem um papel fundamental na vida do ser humano.
O desenvolvimento infantil é reconhecido como uma importante fase no desenvolvimento das potencialidades, assim sendo, estímulos, cuidados e muito afeto serão indispensáveis para que esse desenvolvimento ocorra de forma a contribuir para crescimento saudável.

Para os pequenos a criação de vínculo afetivo, seja com a mãe ou outro adulto que a represente, é fundamental.
É por meio das trocas de afeto que eles desenvolvem suas primeiras relações, aprendem a interagir, a se comunicam e também iniciam a capacidade de desenvolver empatia.

Os primeiros anos de vida de uma criança requerem cuidados especiais nos quais o afeto pode trazer muitos benefícios ao desenvolvimento infantil e será refletido na forma como essa criança se relacionará com os outros quando adulta.

Segundo Ferreira (1999) afetividade significa: “Conjunto de fenômenos psíquicos que se manifestam sob a forma de emoções, sentimentos e paixões, acompanhados sempre da impressão de dor ou prazer, de satisfação ou insatisfação, de agrado ou desagrado, de alegria ou tristeza”.

Para Piaget, a afetividade inclui sentimentos, interesses, desejos, tendências, valores, crenças e emoções, sendo apresentados em forma de comportamento, e todo comportamento apresenta um aspecto afetivo e um cognitivo. (Monte-Serrat 2007).

E quem diria que a afetividade se mostra importante no desenvolvimento da inteligência, do qual possui dois componentes importantes, o cognitivo e o afetivo.

Os pequenos que são supridos emocionalmente através do carinho, toque, atenção, afeto, etc., tendem a ser mais inteligentes, haja vista que o ambiente familiar proporciona o aprendizado e o desenvolvimento das potencialidades da criança.

Sendo assim, não economize abraços, beijos, brincadeiras, elogios no esforço, aplauso nas conquistas, incentivando nas dificuldades, estimulando a criança ao crescimento físico, emocional, intelectual, afetivo.

E não esqueçam: A repetição é mãe do aprendizado!

Texto:

Merison Carmo
Graduada em Pedagogia pós graduada em
Neuropsicopedagoga Clínica e Institucional.

Author

Lucas Bassualdo, entusiasta em Marketing Digital e conexões, sou apaixonado pelo universo infantil e atuo como Palhaço a mais ou menos 10 anos, algo que me trás vida. Sou pai da Júlia, uma mini palhaça e mega comunicativa que nasceu a minha cara, mas graças a Deus tem saúde! hehehe

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